Em 2012, com a APVC, diversas actividades na Nossa (ga)linha do horizonte; contamos consigo!
__28 Janeiro - Projecto 100.000 árvores, plantação em Covelas.
__25 Fevereiro - Projecto 100.000 árvores, plantação em Covelas.
__24 Março - Limpar Portugal, limpezas, São Mamede e São Romão do Coronado.
__talvez Abril - Caminhos de Santiago, identificação e limpezas, São Mamede e São Romão do Coronado.
__talvez Maio - eco-caminhada;
__regularmente - passeios com burros e outras bio-actividades!
Foi apresentado o Limpar Portugal 2012, 5ª feira, na Junta de Freguesia de São Mamede do Coronado, evento que terá lugar no dia 24 de Março. Ora, a "limpeza" já arrancou... e a APVC solicita a Sua colaboração -- ou vai ficar em casa?! Inscreva-se como voluntário de São Mamede do Coronado ou de São Romão do Coronado AQUI e convide os Seus familiares e amigos!
Coordenação Concelhia da Trofa do Limpar Portugal 2012 AQUI
AMO Portugal - Associação Mãos à Obra Portugal AQUI
FUTURO – projecto das 100.000 árvores
Participe nas plantações!
A APVC lá estará na Quinta da Sardoeira, em Covelas, para ajudar a plantar cerca de 500 árvores autóctenes!
Coordenadas: 41º 18'.19.46"N / 8º33'28.15"O
Centro Regional de Excelência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável da Área Metropolitana do Porto
blogue-info AQUI
FUTURO – projecto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto promovido pelo cre.porto, no qual se prevê reflorestar até 2015 cerca de 100 hectares de áreas ardidas, livres ou que necessitam de reconversão, com cerca de 100.000 árvores de espécies nativas da região, o que permitirá anular 20.280 toneladas de dióxido de carbono da atmosfera ao longo dos próximos 40 anos. Para além de enriquecer a biodiversidade e melhorar a qualidade do ar, este projecto irá contribuir para uma melhor qualidade de vida.
Comentários, sugestões, colaborações e visitas são sempre bem-vindos! ;)
A eco-caminhada "Rota das Terras Férteis em Perigo" aconteceu, no passado domingo, dia 13, organizada pelo Agrupamento de Escutas 635 de São Romão do Coronado e pela Associação para a Protecção do Vale do Coronado.
Dez quilómetros percorridos nas freguesias de São Romão e São Mamede, às voltas por carreiros florestais, quelhas e campos agrícolas. Oportunidade para, mais uma vez - e nunca é de mais! - sensibilizar e fazer compreender a riqueza do património rural e paisagístico do (ainda ameaçado) Vale do Coronado.
Em fim de semana dominado por um tal de São Martinho, já São Pedro não deve ter achado muito graça e fez das suas: a chuva que antecedeu a caminhada provocou muitas desistências, mas, na verdade, “ovelhas não são para mato”. Sessenta e um caminhantes participaram, cheios de garra, provando que, afinal, a chuva teve medo deles! Curiosamente, alguns vindos do Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos ficaram a conhecer o mundo rural bem ativo desta zona e pasmaram com a possibilidade da outrora badalada Plataforma Logística Maia-Trofa ali ser implantada!
Após a época de colheitas - com destaque para as vindimas, as desfolhadas e a lufa-lufa da ensilagem do milho-forragem - o Vale do Coronado ainda apresenta as derradeiras sementeiras outono-invernais. A caminhada seguiu as pistas das belas-e-lustrosas pencas e, principalmente, as primeiras aventuras dos recém-semeados azevém e aveia, tudo isto bem “pintado” de verde, muito verde, nos terrenos agrícolas da Gondão, Fontes, Calçada, Vila, Paiço e Cegonheira, à boleia da Quinta de São Romão, do Ribeiro da Mamoa, do Caminho de Santiago, da Fonte do Vilarinho e da breve lição de História Local dada pelo gigante Professor António Maia. Cabras, vacas e até os elegantes cavalos Lusitanos da Quinta das Arcas completaram a animação do evento. Tudo isto, um regalo para os olhos, às portas do Porto, hein!
Na (ga)linha do horizonte, seguem-se mais atividades, abertas a todos os trofenses, até mesmo aos mais… distraídos! Siga a página facebookiana do bio-agradável Vale do Coronado: basta fazer "gosto" emhttp://facebook.com/valedocoronado
"Rota das Terras Férteis em Perigo" — caminhada nas freguesias de São Romão e São Mamede do Coronado (Trofa, Grande Porto).
O Agrupamento de Escutas de S. Romão do Coronado e a Associação para a Protecção do Vale do Coronado lançam o repto — aliás, o réptil, diria, para ser mais ecológico: uma eco-caminhada na (ga)linha do horizonte do (ainda) ameaçado Vale do Coronado (Trofa/Maia, Grande Porto), aberta a tudo e todos!
13 de Novembro, domingo, das 9h00 às 12h30
Uma manhã carregadinha de mundo rural, biodiversidade e ecologia sustentável. Desta vez, não há interacção com os burros do Coronado, mas... teremos outras surpresas ou não estivessem vacas e cavalos bem pertinho de Nós!
inscrição __ gratuita — indique nome, localidade, telemóvel e e-mail
Viva!
A APVC vai ter uma banca promocional no Smed Fest 2011 - Festival de Música e Artes Modernas, dias 4 e 5 de Novembro, nas antigas instalações da Pesafil, em São Mamede do Coronado. Participe!
Até na cultura e tudo-à-volta, o Vale do Coronado está a bulir, finalmente, depois de muitos anos de profundo marasmo!
De 1 a 4 de Setembro, visite o stand da APVC no São Mamede ConVida, um evento organizado pela Junta de Freguesia de São Mamede do Coronado. Conheça as Nossas actividades e aproveite para conhecer as associações, a arte sacra, o artesanato, a gastronomia e a música desta freguesia trofense.
Siga a recém-criada página facebookiana do bio-agradável Vale do Coronado. Basta clicar e... fazer o respectivo Like. Sugira aos seus Amigos. Obrigado!
Eco-saudaSons! ;)
APVC e Agrupamento de Escutas de S. Romão do Coronado
eco-caminhada Rota Vale do Coronado
14 de Novembro de 2010, domingo, das 9h00 às 12h30 Uma manhã carregadinha de mundo rural, biodiversidade e ecologia sustentável. Incluiu interacção com burros e outras surpresas!
Eis algumas fotografias das eco-caminhadas que a APVC organizou, no Vale do Coronado, em Março e Abril últimos, com a associação Casa da Horta (Porto) e o grupo de Pedestrianismo Pé Ligeiro (Maia). Foram cerca de cento e cinquenta participantes e ainda... os simpáticos burros Lola e Spud!
Por um dia, no próximo sábado, 29 de Maio, a Trofa vai ser a capital da ecologia e do desenvolvimento local do Noroeste do nosso país. Com efeito é aí, no Auditório da Junta de Freguesia de Santiago de Bougado, que vai decorrer o IV Encontro da Plataforma Interassociativa Convergir, uma rede informal de cooperação que tem actuado na região de entre Vouga e Minho ao longo de toda a primeira década do século XX.
Além da troca de informações e experiências entre associações, movimentos e outras iniciativas equiparáveis, dois são os principais objectivos deste encontro. Por um lado, tentar realizar um esboço de balanço daquilo que, ao longo da década que agora termina, não se conseguiu preservar (como no caso dos valores naturais do Baixo Sabor, em Trás-os-Montes) ou se não conseguiu melhorar significativamente (como no caso da poluição e outras agressões que têm afectado as bacias hidrográficas do Norte do país) – bem como aprender com algumas vitórias alcançadas na defesa da natureza. Por outro lado, dar passos no sentido de uma aproximação entre os movimentos ecológicos e os movimentos que pugnam por um desenvolvimento de base local e por uma revitalização do tecido social e económico das regiões do interior.
Haverá ainda oportunidade, durante o almoço de confraternização, para que as entidades presentes que o desejarem possam tomar uma posição solidária para a preservação do vale agrícola do Coronado, no concelho da Trofa, cuja defesa vem sendo desde há anos combativamente assumida pela Associação de Defesa do Ambiente e Património da Trofa - ADAPTA e pela Associação para a Protecção do Vale do Coronado - APVC, sediada em São Mamede do Coronado.
A manhã começará com uma apresentação pelo Professor José Portela, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - UTAD, intitulada «Do Contra-Desenvolvimento ao Desenvolvimento Sustentável», seguindo-se três exemplos de iniciativas locais que visam a harmonia entre ambiente e actividade económica, expostas pelo fotógrafo e gestor Pedro Alarcão (associação Veranda, Melgaço), pela bióloga Alice Gama (Associação Transumância e Natureza, de Figueira de Castelo Rodrigo) e pelo biólogo António Roleira (Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino, de Atenor, Miranda do Douro).
No início da tarde, o Professor Paulo Santos, do FAPAS, e o biólogo José Teixeira, da Plataforma Sabor Livre, mostrarão algumas das razões por que se não conseguiu evitar a submersão do Baixo Sabor – bem como o que apesar de tudo se ganhou em se não terem até hoje baixado os braços. O Professor Bordalo e Sá, do ICBAS - Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e membro da APRIL, falará sobre «Despoluição dos Rios do Norte - Que Balanço?».
Em seguida, serão apresentados três casos de sucesso e o que é possível aprender com eles: o Eng. Pedro Macedo, do Movimento Promindelo, falará do êxito com a criação da reserva de paisagem protegida do Mindelo; o biólogo e mestre em ecologia humana Dr. Nuno Gomes Oliveira, Director do Parque Biológico de Gaia, referirá os processos relativos às reservas de âmbito regional do Estuário do Douro e Serra de Valongo; Bernardino Guimarães, da Campo Aberto, e Soares da Luz, do Mocimento de Defesa dos Jardins do Palácio de Cristal, finalmente, analisarão os resultados, em ambiente urbano, de uma luta pelos espaços verdes, concretamente o caso do Parque da Cidade do Porto, a que ambos estão fortemente ligados.
OUTRAS ENTIDADES PRESENTES
Além das entidades já referidas anteriormente, estarão presentes no Encontro representantes de: Associação de Defesa do Vale do Neiva - A Mó, Associação Portuguesa de Educação Ambiental - Aveiro, Associação de Amigos do Rio Ovelha, Biorumo Consultoria em Ambiente e Sustentabilidade, Corema Associação de Defesa do Património, de Caminha, Rede de Ecoclubes, Grupo de Acção e Intervenção Ambiental - GAIA, Movimento Bom Sucesso Vivo, Movimento Cívico pela Linha do Tua, Movimento pela Salvaguarda do Complexo das Sete Fontes, de Braga, Projecto Rios e Quercus Associação Nacional de Conservação da Natureza.
Bem-vindo/a ao Grupo Limpar Portugal - S. Mamede do Coronado! Provavelmente, já ouviu falar do Projecto Limpar Portugal, o tal movimento cívico mui ALTRUÍSTA, cujo objectivo é promover a educação ambiental através da iniciativa de limpar a Floresta Portuguesa, no dia 20 de Março. Leia mais info aqui Inscreva-se na Junta de Freguesia de S. Mamede ou ligue 966 862 294 De acordo com a disponibilidade das pessoas, existirá um turno da manhã e um turno da tarde, mas quem quiser participar nos dois turnos é muito bem-vindo --- a Floresta Portuguesa e um Portugal mais evoluído agradecem, ora!! ;)
turno da manhã encontro: Junta de Freguesia, 9h00 início do trabalho: 9h30 fim do trabalho: 12h30 turno da tarde encontro: Junta de Freguesia, 14h00 início do trabalho: 14h30 fim do trabalho: 17h00
Transporte dos voluntários: deverá ser partilhado pelos próprios. No entanto, temos uma carrinha para fazer o transporte. Os voluntários deverão levar roupa e calçado adequados, boa disposição, muita garra e água/snacks. Serão fornecidos ferramentas, sacos de lixo e luvas de protecção.
Olhe lá, vai ficar em casa, acomodado, conformado, escondido no patético bota-abaixo de criticar-e-assobiar-para-o-lado ou... quer agarrar esta oportunidade e ajudar a mudar o actual estado de coisas na Nossa localidade?! Atreva-se... ;)
Convide os seus Amigos, familiares, and so on, and so on. Todos são bem-vindos!
a APVC e a Casa da Horta convidam caminhada @ Vale do Coronado
28 de Março, domingo, das 11h20 às 17h inclui burros e outras surpresas!
inscrições (gratuitas) e mais info >> 966 862 294
a APVC e o Movimento Um Dia Pela Vida (Maia) convidam caminhada @ Vale do Coronado visa a angariação de fundos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro 10 de Abril, sábado, das 9h30 às 17h inclui burros e outras surpresas! inscrições (5 euros) e mais info >> 966 862 294
A associação cultural Casa da Horta surgiu com a necessidade emergente de se criarem programas culturais e estilos de vida alternativos na cidade do Porto. Pretende contribuir para o desenvolvimento do pensamento crítico e ao mesmo tempo pôr em prática alternativas à sociedade de consumo não ético e degradante do ponto vista social e ecológico.
Rua de São Francisco, 12A, 4050-548 Porto(perto da Igreja de São Francisco e Mercado Ferreira Borges)
A especulação imobiliária, a dificuldade para ter ou manter uma habitação digna, a necessidade dos vizinhos em associarem-se para poderem defender os seus direitos, o direito de defender o uso social e comunitário dos espaços da cidade serão alguns dos temas abordados neste ciclo da Casa da Horta. Apareça e traga um/a amigo/a!
4 de Fevereiro – quinta-feira, 21h45
episódio “Não nos farão sair”, da série televisiva “Verão Azul”, de Antonio Mercero
11 de Fevereiro – quinta-feira, 21h45
A Tornallom, de Enric Peris e Miguel Castro, 2006
18 de Fevereiro – quinta-feira, 21h45
nota importante: a APVC agradece a colaboração de José Maria Maia (Engº Agrónomo)
nota não menos importante: esta reclamação foi remetida ao Presidente da Câmara da Trofa, Bernardino Vasconcelos, presidente em exercício à data de 27 de Outubro.
Ex. mo Sr. Presidente,
Diz a Câmara da Trofa, no prólogo da apresentação pública do seu PDM, que este trabalho foi pensado na base de uma estratégia de desenvolvimento sustentado para o concelho, de forma a trazer melhorias significativas na qualidade de vida de cada munícipe e do território de uma forma integrada, transversal e sustentada.
E, diz ainda que o PDM da Trofa tem como objectivos fundamentais a salvaguarda e valorização ambiental; a integração e a coesão social; a qualificação urbana; a beneficiação das acessibilidades; o incremento e a qualificação espacial das actividades económicas.
Em representação de todos os proprietários de terras da freguesia de S. Mamede de Coronado, que podem ser atravessadas, ou afectados, por uma possível estrada desenhada no PDM da Trofa agora em discussão pública, a APVC, Associação para a Protecção do Vale do Coronado, vem junto de V. Ex.ª, neste período de consulta e discussão deste instrumento de planeamento, agora tornado público, apresentar uma reclamação, nos termos seguintes.
Considerando que: 1- Tem sido repetidamente afirmado por V. Ex.ª, que a agricultura do concelho da Trofa deve ser fortemente apoiada, tendo em vista a sua importância sócio económica para o concelho, o número de famílias envolvidas e as suas raízes históricas. 2- A sua preocupação, empenho e facilidades concedidas para o licenciamento das vacarias do concelho, e toda a dinâmica a que não é estranho a dimensão e importância estratégica que a feira da Trofa já garantiu para a Região Norte, são disso uma realidade. 3- O concelho da Trofa, sendo agricolamente um dos melhores e mais desenvolvidos da Região, não desfruta de muitas áreas de boa ou excelente qualidade. 4- Esses solos de boa e excelente qualidade, são solos de aluvião, feitos há milhares de anos e são um património valiosíssimo que infelizmente por todo o País, com a conivência das autoridades se vai destruindo de forma irrecuperável. 5- Encontramos estes solos nas freguesias de S. Tiago de Bougado, S. Romão e S. Mamede de Coronado onde naturalmente se estabeleceram no passado os melhores agricultores, e onde ainda hoje dão continuidade a essa actividade com séculos de história. 6- As freguesias de S. Romão de Coronado e S. Mamede de Coronado, com os seus solos de aluvião, profundos, muito férteis, dão nome e corpo ao Vale do Coronado. 7- Essa mancha de solos de classe A, integra uma vastíssima área de solos da Reserva Agrícola Nacional. 8- Desses solos se aproveitam dezenas de famílias e agricultores, que neles buscam a satisfação do seu esforço quotidiano, enquanto produtores e empresários agrícolas. 9- A área de produção da freguesia de S. Mamede de Coronado está restringida a esta mancha de solos desde tempos imemoriais. 10- É uma zona plana, baixa, extensa, contínua, como há poucas na Região, e daí o Ministério das Obras Públicas, ter pensado com a conivência das Autoridades Regionais, ali implantar uma plataforma logística, daquele plano de plataformas desenhado para todo o continente. 11- Já não interessa se falamos de uma zona de RAN, ou REN, se há gente muito prejudicada por esta escolha, se há problemas ambientais, etc. 12- A escolha desta zona para a plataforma logística recaiu nesta área, porque os agricultores não contam para nada, nem há ou houve qualquer interesse em preservar a riqueza existente em solos de primeira qualidade e não houve qualquer preocupação ambiental. 13- Surpreendentemente vem agora esta proposta do PDM, com uma estrada fantasma desenhada a cortar “a torto e a direito”esta mancha agrícola, a que várias vezes chamamos o coração da agricultura destas freguesias. 14- De uma vez por todas, parece demonstrado o contrário daquilo que o Sr. Presidente da Câmara tem afirmado: A agricultura e os agricultores não contam para o concelho da Trofa. 15- O desenho desta estrada é um absurdo. Corta “a torto e a direito” campos e explorações, afasta os campos dos respectivos assentos de lavoura, não contribui nada para a sustentabilidade tão apregoada no prólogo desta reclamação, ninguém vê que melhoras significativas na qualidade de vida dos munícipes desta freguesia podem advir daqui. 16- Esta possível estrada em nada contribui para a salvaguarda e valorização ambiental desta zona e, ninguém percebe, em S. Mamede do Coronado, que benefício dá esta nova infraestrutura às acessibilidades existentes e quanto ganhamos com isso? 17- Será que na Trofa, se vê coisas que nós aqui em Coronado não vislumbramos? 18- Será que o trânsito na estrada da Carriça/ S. Romão é assim tão intenso que justifica uma obra desta natureza? 19- Não seria muito mais fácil, muito mais barato, muito mais aceitável, beneficiar as estradas existentes, que estão assim desde a sua construção? Onde está o caudal de tráfego que justifica tal coisa? 20- Diz-se também no prólogo do PDM que este documento deve contribuir para o incremento e a qualificação espacial das actividades económicas. Esta proposta é a negação inequívoca desse objectivo, a menos que se desconheça e não tenham noção, o que é gravíssimo, da dimensão e da riqueza gerada pela agricultura deste concelho.
Pelo exposto, os abaixo assinados, todos proprietários de terras afectados por esta obra, que reputamos de profundamente lesiva da agricultura desta freguesia, perturbadora da vida sócio económica de S. Mamede do Coronado, solicitamos ao Sr. Presidente da Câmara que aceite as nossas justificações e sugestões a bem da nossa terra.
Viva! Depois da caminhada, em Fevereiro, com a Associação Terra Viva, um novo repto -- aliás, um réptil, para ser ecológico --, mais um eco-evento na (ga)linha do horizonte do ameaçado Vale do Coronado (Trofa/Maia, Grande Porto).
Associações, ONGA's, ecologistas e demais Amigos do Vale do Coronado estão convidados a participar na defesa deste espaço verde! Vá lá, deixe de lado a atitude amorfa-parada-paradinha-falar-falar-e-nada...
O Vale do Coronado é um belo e fértil vale agrícola às portas do Porto, repartido entre os concelhos da Maia e, sobretudo, Trofa. No entanto, apesar desses terrenos estarem originariamente protegidos pela Reserva Agrícola Nacional, a administração central decidiu localizar aí uma plataforma logística de 160 hectares, que, a concretizar-se (incluindo as estradas de acesso), betonizaria o vale, destruiria diversas propriedades agrícolas em plena laboração e o modo de vida e de sustento de numerosos agricultores.
CONVITE
venha conhecer e apreciar, às portas do Porto, o belo Vale do Coronado
Quatro associações, APVC - Associação para a Protecção do Vale do Coronado (Vila do Coronado), GAIA (Porto), Quercus (Porto) e Campo Aberto (Porto) agruparam-se numa Aliança Salvar o Vale do Coronado e convidam todos os cidadãos e todas as associações, em especial as da região do Grande Porto, do Norte e do Noroeste, a aderir a essa Aliança.
A primeira acção desta Aliança é um percurso pedestre, a realizar em 18 de Abril, de solidariedade com a APVC e de protesto contra o projecto de betonização e destruição do Vale. A inscrição neste percurso é gratuita mas obrigatória, já que, havendo um número máximo de participantes, a ordem de chegada das inscrições pode ser decisiva.
Pretende-se com esta acção sensibilizar os participantes para a valorização e conservação do Vale do Coronado e fazer compreender a riqueza do património agrícola e paisagístico que se encontra sob a ameaça daquele projecto!
Ao longo deste percurso pedestre haverá contacto com a flora e fauna locais, visita a explorações agro-pecuárias e florestais, interacção com a população e demais actividades.
PONTOS DE ENCONTRO - para quem vier de comboio, às 8:30, na estação de S. Bento, Porto: o comboio parte às 8:45 e a viagem dura cerca de 25 minutos (custo a cargo do participante, €2,80 ida-e-volta); agrupamento em volta do cartaz "SALVAR O VALE DO CORONADO" a partir das 8:30. - ou às 9:15, no parque de estacionamento da estação de S. Romão, Trofa: agrupamento em volta do cartaz "SALVAR O VALE DO CORONADO".
ETAPAS – 9h30 - início da caminhada, no parque de estacionamento da CP; – 12h30 – almoço-piquenique em espaço florestal, devendo cada participante levar o seu próprio farnel; – 14h00 – em Vila, café com... conversa; – 15h30 – já em Paiço, contacto com os burros Lola e Spud;
– 16h30 – retorno ao parque de estacionamento da estação de S. Romão.
GRAU DE DIFICULDADE fácil... e acessível a todas as idades!
EQUIPAMENTO BASE – mochila, com farnel para almoço e garrafa(s) de água; – calçado apropriado para caminhar; – chapéu ou boné; – roupa leve e adequada à época (impermeável, caso chova).
E AINDA, SE QUISER – máquina fotográfica/vídeo; – binóculos; – vara de caminhante; – boa disposição!!; – spray anti-crime ambiental...
INSCRIÇÃO e/ou informações adicionais, é favor contactar:
vítor sá (APVC) valedocoronado@gmail.com * 966 862 294 >> basta indicar nome e apelido, localidade, e-mail e nº de telemóvel; >> a inscrição será válida após confirmação da organização; Saudações Ecológicas e... até de repente! ;)
clique AQUIpara ler a reportagem deste eco-evento, publicada no jornal Notícias da Trofa
* daqui a algumas semanas, vamos lançar um repto - aliás, para ser mais ecológico, diria, um réptil - relativo a uma caminhada mais elaborada, já com percurso definido e outras actividades, em pleno Vale do Coronado. Fique atento e... receptivo! ;)
para já, a APVC destaca e apoia a iniciativa da Terra Viva, associação de ecologia social clique AQUI inserida noCAMINHAR C'A Gente, do âmbito do Programa de Apoio ao Associativismo Juvenil, IPJ 2009.
domingo, 22 de Fevereiro, das 10 às 18 horas S. Romão e S. Mamede do Coronado (Trofa/Porto)
Desde há pelo menos dois anos que o Estado tenta impor na zona de reserva agrícola do Vale do Coronado, entre a Maia e a Trofa, um projecto de “Plataforma Logística” – uma espécie de interposto de grandes armazéns e depósitos de contentores para transporte de mercadorias – que a ser feito porá em risco a continuação da actividade agrícola que envolve várias cooperativas agrícolas e famílias de pequenos agricultores daquela região. De momento, o atentado contra esta zona agrícola encontra-se suspenso (talvez por ser ano de eleições…) mas poderá a qualquer altura ser levado a efeito - se a resistência das populações e de quem com elas se solidarizar não se tornar efectiva!
Sendo uma zona de amplos prados e alguma floresta, inserida na Área Metropolitana do Porto, a sua “cimentação” constituirá um atentado à já por si débil “qualidade de vida” das populações locais e envolventes. É POR ISSO QUE A TERRA VIVA VAI LÁ VER COMO É!
encontro >> às 9h30, na entrada da estação de comboios de S. Bento (vamos de comboio para S. Romão do Coronado, viagem de cerca de meia hora). Regresso ao Porto cerca das 18h30;
>>ou às 10h, no parque da estação de comboios de S. Romão do Coronado.
por favor, trazer (obrigatório) – 2,80 Eur. (para ida-volta via comboio);
– mochila com farnel para almoço e garrafa(s) de água;
– sapatos fortes ou botas para caminhar;
– chapéu ou boné;
– impermeável (caso chova);
– autorização de encarregado de educação se for menor de 16 anos;
– boa disposição.
facultativo (mas mui aconselhável) – máquina fotográfica/vídeo;
– bloco de apontamentos e caneta/lápis;
– guia de plantas silvestres e/ou de avifauna;
– binóculos;
– vara de caminhante.
nota importante: este eco-evento incluirá agradável contacto com os burros do Coronado – sim, o Spud e a Lola, caso eles assim se predisponham, até porque o bem-estar animal é fundamental!
ah!, nota não menos importante: também poderá incluir um pestilento odor made inSavinor, cuidado... traga máscara!!!
Logística: SOMAGUE diz que plataforma Maia/Trofa "não é rentável" na actual situação de crise
A construtora SOMAGUE, promotora da Plataforma Logística Maia/Trofa, considera que o projecto "não é rentável" na actual conjuntura mundial, pelo que decidiu abandona-lo até que as circunstâncias se alterem, disse hoje à agência Lusa fonte da empresa.
Para a SOMAGUE, "esta plataforma é um projecto com falta de rentabilidade no actual momento de crise mundial", afirmou a fonte. Nesse sentido, assegurou que a paragem do processo, hoje revelada à Lusa por fonte do Gabinete para o Desenvolvimento do Sistema Logístico Nacional (GabLogis), "não está relacionada com qualquer problema de capacidade da empresa". "O que se passou é que houve uma reanálise do projecto e foi considerado que, nesta altura, ele não é rentável", frisou a fonte da construtora. A Plataforma Logística Maia/Trofa tem um investimento previsto de 232 milhões de euros , dos quais 224 milhões são destinados à construção da plataforma e os restantes oito milhões para a construção dos acessos. Segundo uma fonte do GabLogis, na sequência da posição da SOMAGUE "poderá ser necessário" encontrar um novo promotor para esta plataforma logística, admitindo também a escolha de um novo local para a sua construção. A localização da Plataforma Logística Maia/Trofa situa-se no denominado Vale do Coronado, abrangendo terrenos da Reserva Agrícola Nacional, o que tem gerado alguns protestos de ambientalistas locais. Nesse sentido, foi lançada, a 19 de Outubro de 2008, uma campanha contra a construção da plataforma naquele vale agrícola, liderada pela denominada rede de cooperação CONVERGIR, que envolve cerca de duas dezenas de associações de ambiente, urbanismo e ordenamento do território. A Rede Nacional de Plataformas Logísticas, apresentada pelo Governo em Maio de 2006, envolve um investimento global de 1,7 mil milhões de euros. A Plataforma Logística Maia/Trofa foi concebida para dar apoio logístico à Área Metropolitana do Porto, sendo também um complemento logístico ao Porto de Leixões. A sua construção pretende dar um novo impulso ao desenvolvimento económico local e regional, através da reorganização dos fluxos logísticos provenientes da região litoral Norte de Portugal, da Galiza e da Beira Alta.
FR/Lusa/Porto, 10 Fev in Jornal de Notícias, LER AQUI
APVC - Associação para a Protecção do Vale do Coronado Vale do Coronado [vs] Plataforma Logística Maia-Trofa
O Vale do Coronado situa-se no Grande Porto, estendendo-se pelos concelhos da Trofa e da Maia, portanto, fica bem pertinho da cidade Invicta!
A Reserva Agrícola do Vale do Coronado corre o risco de ser destruída pela anunciada Plataforma Logística Maia-Trofa. Adivinha-se um dos maiores crimes ambientais da história do Grande Porto.
Cerca de 160 hectares serão engolidos pela fúria do betão! Ecologia sustentável e biodiversidade em perigo!!!
Vai ficar a assistir, impávido e sereno, a mais um crime ambiental?! Deixe a sua assinatura de apoio a esta eco-causa no site da Plataforma Convergir, clique AQUI E lá também poderá ler a tomada de posição e recusar a destruição do Vale do Coronado.
Esta e outras eco-causas têm divulgação actualizada no BIFE RadioShow, AQUI
A CONVERGIR RECUSA A DESTRUIÇÃO DO VALE AGRÍCOLA DO CORONADO (MAIA-TROFA)
Já lá vai mais de um ano desde que o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações apresentou o projecto de Rede Nacional de Plataformas Logísticas. Essa rede prevê a construção de uma plataforma intermodal, de características urbanas e nacionais, na área do Grande Porto, mais concretamente no Vale do Coronado, em terrenos pertencentes aos concelhos da Trofa e da Maia. As associações integrantes da rede de cooperação interassociativa Convergir têm procurado acompanhar o processo, nomeadamente os esforços das populações e das associações de defesa do ambiente da região na procura de uma localização alternativa para a referida plataforma que evite a destruição do Vale do Coronado, mas têm visto o seu trabalho dificultado pelo muro de silêncio estabelecido à volta de todo este processo por parte das entidades oficiais.
Entende a Convergir que a dimensão do projecto, os impactes variados e significativos que lhe estão associados, nomeadamente os de natureza ambiental e social, e particularmente o facto de ele ser apontado para o Vale do Coronado, composto maioritariamente por terrenos agrícolas integrantes da Reserva Agrícola Nacional, justifica que a decisão que vier a ser tomada seja o mais amplamente participada, no respeito aliás de princípios hoje largamente aceites e reconhecidos por quantos assinaram a convenção de Aarhus, da qual Portugal é um dos subscritores.
A Convergir lamenta pois o secretismo que envolve todo o processo, e na linha das preocupações anteriormente manifestadas, particularmente pela ADAPTA – Associação para a Defesa do Ambiente e do Património na Região da Trofa, pela Cooperativa Agrícola de Santo Tirso e Trofa, pela Cooperativa Agrícola da Maia e pelas populações da região, particularmente das freguesias de S. Mamede do Coronado, de S. Romão do Coronado e de Folgosa, que, em sessão pública realizada no dia 7 de Dezembro de 2006, se manifestaram claramente contra a localização, vem alertar os responsáveis para o seguinte:
1. Apesar de alguns responsáveis governamentais terem afirmado que o projecto inicial foi alterado, com a diminuição para 160 hectares da dimensão da área a afectar à Plataforma Logística de Maia e Trofa, algo que está por confirmar, o problema de fundo subsiste na medida em que grande parte dessa área de 160 hectares é solo arável de Classe A e como tal integrante da Reserva Agrícola Nacional.
2. Mesmo com menores dimensões do que as inicialmente previstas e apesar de uma ligeira deslocalização para Sul, a implantação da plataforma logística da Maia/Trofa nos terrenos agrícolas do Vale do Coronado acabará por inevitavelmente levar à ocupação de todos esses terrenos, destruindo assim uma das maiores manchas de solo arável existente na Área Metropolitana do Porto.
3. A eventual destruição do Vale do Coronado, devido à construção de uma infra-estrutura logística de grandes dimensões, terá implicações ambientais enormes em toda a região, destruindo um valioso ecossistema que, não obstante as enormes pressões urbanísticas de que tem sido alvo, foi possível até agora preservar.
4. Sendo o Vale do Coronado formado por terrenos de aluvião, atravessados pela Ribeira da Mamoa, onde a água anda à superfície, a construção da plataforma logística nesses terrenos levará à impermeabilização de vastas áreas, com consequências ao nível das escorrências e do escoamento superficial e subterrâneo e consequentemente dos recursos hídricos existentes.
5. Com a construção da plataforma naquele local, a paisagem esteticamente agradável e a biodiversidade aí existentes serão profundamente afectadas, assistindo-se à fragmentação da paisagem e do habitat, bem como à destruição de solos férteis, com a correspondente disfunção ecológica. O ruído aumentará e o acréscimo da circulação de viaturas pesadas será responsável pela libertação de grandes quantidades de partículas e de químicos poluentes. Tudo isto provocará perturbações na saúde das populações e danos nos edifícios e no ambiente.
6. A localização de uma plataforma logística no fértil Vale do Coronado, encurralando a área urbana das freguesias de S. Romão do Coronado, de S. Mamede do Coronado, e de Folgosa, acarretará pois graves consequências para a qualidade de vida das populações dessas mesmas freguesias, destruindo um ecossistema milenar, que moldou a identidade das comunidades aí residentes, que desse ponto de vista ficarão irremediavelmente mais pobres.
7. No deve e haver das consequências económicas e sociais, o fim da actividade agrícola decorrente necessariamente da construção da plataforma não deixará de ter profundas consequências sobre o tecido produtivo da região, afectando drasticamente o rendimento de largas dezenas de famílias que da terra retiram o seu sustento. O legítimo e saudável apego de grande parte desses agricultores à sua actividade e à sua terra, e a um valioso património paisagístico e ecológico, faz com que alegadas vantagens económicas resultantes da plataforma, que podem ser obtidas em eventual localização alternativa, não possam de forma alguma compensar essa perda.
A Convergir é a favor do desenvolvimento, desde que este seja sustentável. Por isso, apesar da alegada importância económica, social e até ambiental deste projecto, não pode aceitar a sua localização prevista para o Vale do Coronado, tanto mais que existem outras alternativas que devem desde já ser estudadas, para que em sede de processo de Avaliação de Impacte Ambiental, no respeito pelos normativos legais em vigor, possam vir a ser confrontadas e avaliadas.
A Convergir manifesta total vontade e disponibilidade para participar num processo transparente e honesto tendo em vista evitar a destruição do Vale do Coronado. Cabe à tutela encontrar a melhor solução para que a Área Metropolitana do Porto possa vir a ter uma plataforma logística sustentável em local onde não sejam destruídos valores patrimoniais e naturais insubstituíveis, estando a Convergir disponível para colaborar na procura de alternativas. Mas exige também mais transparência e mais informação em todo o processo, na certeza de que jamais se comprometerá com uma solução que não respeite as pessoas e o ambiente, como parece ser o caso daquela que dizem estar prevista para o Vale do Coronado.
Porto, 19 de Outubro de 2007 Convergir - rede de cooperação interassociativa www.convergir.org
Já sabemos que, para muitos decisores políticos, urbanistas, planeadores e tecnocratas, o mundo rural, a terra, o solo agrícola, não merecem consideração. O que se vê é mesmo a tentativa de associar ruralidade a atraso e pobreza. O uso do solo para fins agrícolas é apenas tolerado, relegado para bem longe das cidades, que a lógica das mais-valias e da especulação fundiária a isso conduz. Não admira, por isso, que sobre o Vale do Coronado penda agora uma pesada ameaça.
Mas, de que estamos a falar? De um vale agrícola, cuja superfície ocupa partes dos concelhos da Maia e da Trofa, formado por terras de aluvião, férteis e abundantes em água. Esses terrenos pertencem, pela sua qualidade, à Reserva Agrícola Nacional, configurando uma das maiores manchas de solo arável na Área Metropolitana do Porto. Centenas de hectares abrigando agricultura viável e populações que, em boa parte, apesar do processo de urbanização adjacente, beneficiam das vantagens económicas e ambientais de uma tal paisagem, de contornos seculares.
Mas o Governo, através do Ministério das Obras Públicas, anunciou há um ano a instalação, em pleno Vale do Coronado, de uma plataforma intermodal, integrada na chamada Rede Nacional de Plataformas Logísticas.
Agrupar um conjunto de estruturas de apoio aos diferentes tipos de transportes, agilizando o tráfego de mercadorias e induzindo economias de escala- assim dizem os entendidos- pode até ser uma ideia defensável. Mas a localização, meu Deus, é que não podia ser mais infeliz e desastrada.
Voltamos ao início - que importa a fertilidade de um vale, a vida de tantas pessoas, uma paisagem íntegra e valiosa enquanto tal, sequer a necessidade de mantermos os poucos solos que ainda temos para produção alimentar de qualidade? Outros valores se alevantam, aparentemente. E a decisão política de ali construir, de betonar e poluir o vale e as suas águas, foi tomada e reafirmada.
Contestação aumenta
Pouco se sabe do assunto desde o anúncio da decisão, e nada tem sido discutido. A contestação vai subindo de tom, partindo dos agricultores, reunidos na cooperativa agrícola de Santo Tirso e Trofa e na sua congénere da Maia, e pelas populações, especialmente as das freguesias de S. Mamede do Coronado, de S.Romão do Coronado e de Folgosa, que têm comparecido a sessões em número considerável.
Face ao silêncio do Ministério (esperemos que não seja prenúncio de inflexibilidade) crescem inquietações. A Convergir - estrutura interassociativa ambientalista, tomou há dias posição "Com a construção da plataforma naquele local, a paisagem esteticamente agradável e a biodiversidade aí existente serão profundamente afectadas, assistindo-se à fragmentação da paisagem e do habitat, bem como à destruição de solos férteis, com a correspondente disfunção ecológica.
O ruído aumentará e o acréscimo da circulação de viaturas pesadas será responsável pela libertação de grandes quantidades de partículas e de químicos poluentes. Tudo isto provocará perturbações na saúde das populações e danos nos edifícios e no ambiente."
A verdade é que há alternativas de localização para a dita plataforma. O Vale do Coronado é que não pode ser removido para outro lugar, e o património económico, ecológico e cultural que encerra perder-se-á para sempre.
A agricultura não deve ser erradicada das periferias urbanas. Persistir nesse caminho é um erro trágico, que aliás contraria o que se vai fazendo em muitos países da União Europeia. Destruir a paisagem rural, substitui-la por betão e asfalto, eis o que pode ser considerado um crime contra o (nosso) futuro, mesmo que cometido em nome do sacrossanto progresso.
Bernardino Guimarães, ambientalista in Jornal de Notícias, LER AQUI, 30.10.2007
este é o blogue da APVC Associação para a Protecção do Vale do Coronado
bem-vindo/a! ;)
a APVC é uma associação ambientalista, bio-activa na Vila do Coronado (Trofa, Grande Porto), sem fins lucrativos, que promove acções de Educação e Sensibilização Ambiental.
Junte-se a Nós! Defenda o Vale do Coronado!!
>> novos sócios (grátis), colaborações, sugestões e tudo à volta contacte-nos: 966862294 valedocoronado@gmail.com Defesa do ambiente, do património natural, rural e construído. Conservação da Natureza. Promoção da qualidade de Vida !
Plataforma Logística Maia-Trofa, sim!, mas NÃO no Vale do Coronado!
recuse o anunciado maior CRIME AMBIENTAL ambiental da história do Grande Porto: 160 hectares de RAN literalmente ameaçados pela fúria do betão!
às portas do Porto, na Trofa e na Maia, biodiversidade, ecologia sustentável e mundo rural em perigo!!!
apoie esta eco-causa!!! PASSE A PALAVRA não fique amorfo, parado, paradinho, conformado!
PASSEIOS com BURROS no Vale do Coronado
à descoberta da ecologia sustentável, biodiversidade e mundo rural. Sem pressas! Bio-agradável experiência!! Bem-estar animal acima de tudo! Inscreva-se!
pano-de-fundo sonoro
os gigantes Dead Can Dance!!!
o Vale do Coronado e outras eco-causas têm airplay no programa BIFE RadioShow, + info AQUI